A Abrevia tem se dedicado a estudar as interações da radiação solar com as plantas e as formas de modular as frequências luminosas incidentes sobre elas. A empresa introduz produtos inovadores os quais, agregados no manejo da lavoura, visam melhorar e trazer mais estabilidade na produtividade agrícola em áreas extensivas.
A Abrevia presta serviço de consultoria especializada para empresas de P&D sobre produção de cultivos, nas áreas tecnológicas de genética, sementes, fitossanidade e nutrição.
Possuímos tecnologias inéditas com produtos próprios para aplicação foliar, otimizando o uso da radiação solar pelas plantas e mitigando os danos causados por fatores abióticos em fases fenológicas específicas.
No cultivo de lavouras extensivas a campo a luz (componente da radiação solar) é o elemento vital para a vida (além de água e nutrientes) mais crítico e não pode ser gerido de forma direta. O sol irradia de sobre as lavouras a luz fotossitenticamente ativa (PAR), as frequências infravermelhas (o calor) e as frequências ultravioletas A e B (geralmente danosas). Esta radiação é parte do ambiente de produção e dificilmente é manejada.
A luz solar afeta diretamente o clima, o fator mais imprevisível da produção agrícola. Veranicos, agravados pelo sol intenso, danificam as plantas, que sofrem ainda mais sob condições climáticas adversas. Na segunda safra, a radiação solar é limitada, dificultando altas produtividades. Assim, adotar soluções que reduzam os efeitos nocivos da radiação ou potencializem sua parte benéfica torna-se essencial para ampliar o teto produtivo das lavouras de forma prática e eficiente.
As mudanças climáticas favorecem variações climáticas abruptas nas lavouras, com amplitudes térmicas, de umidade no ar e de insolação que atingem extremos opostos em poucos dias e, muitas vezes, repetidamente no curto tempo de ciclo da espécie. As lavouras, de certa forma, são organismos “sem vestimenta” para regular sua exposição a estes extremos.
On the other hand, we denounce with righteous indignation and dislike men who beguiled.
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Estresses ou limitações abióticas são comuns na agricultura brasileira. Na cultura da soja são comuns os veranicos e, por vezes, a radiação solar de dezembro a fevereiro com altos índices UV chega a ser prejudicial para a qualidade física e fisiológica das folhas, o que afeta sua funcionalidade, além de interferir na fecundidade da planta.
Em milho, a maior produção no Brasil ocorre em safrinha, quando as condições climáticas começam a ser desfavoráveis, especialmente nas semeaduras mais tardias e, neste período, os dias são cada vez mais curtos e com mais fraca radiação solar fotossintética, notadamente nos cultivos em safrinha no sul. O milho é uma lavoura que encontra seu máximo teto produtivo em latitudes onde ocorrem até 15 horas de luz diária e, na safrinha do Brasil, com menos de 10 horas de luz diária, é natural que os tetos produtivos sejam comparativamente muito menores.